Um lugar de Encontro:
Com a natureza, com a espiritualidade, com o outro e consigo mesmo.
A Oca Yary nasceu através da escuta da força e do espírito da Terra que aqui pisamos e vivemos.
Desenvolvemos entre escuta e ação, um espaço para servir a Mãe Terra por meio de um trabalho regenerativo, com práticas terapêuticas e holísticas, que têm como objetivo o autoconhecimento como caminho para evolução humana.
Valorizamos o resgate da memória viva ancestral que ecoa desde a voz dos povos e das culturas tradicionais de nossa terra e mundo.
NOSSA HISTÓRIA
O nome Yary vem do Cedro Rosa, árvore sagrada para o povo Guarani, que segundo a mitologia foi uma das primeiras árvores nascidas da Criação para dar sustentação à Terra.
Hoje em dia sabe-se que o Cedro Rosa é, de fato, considerada uma árvore-mãe por sustentar todo ecossistema ao redor com sua trama de raízes, alimentando outras árvores, e também possui inúmeras propriedades medicinais e espirituais.
Com a intenção do reavivamento de valores fundamentais que nos conectam com a Mãe Terra e observando o Cedro Rosa nesta Terra, sentimos de carregar essa missão.
Nosso espaço se levanta a partir do respeito a Mãe Terra e a valorização dos saberes tradicionais originários.
A idealizadora do espaço, Giovanna Jaxuka, teve ao longo de sua vida profundos aprendizados com a sabedoria originária, ensinando-a sobre a força e o mistério da Natureza. Assim, a terra a qual cuida e nutre também carrega os saberes de sua caminhada, desde a estruturação do espaço até as vivências.
A Oca Yary nasceu em 2016 e sua primeira estrutura foi um temazcal, para dar nascimento a tudo que estaria por vir.
O Temazcal, originário das tradições dos povos da América do Norte e Central, carrega o simbolismo do ventre de nossa Mãe Terra, representando um retorno à nossa origem, a quem somos verdadeiramente, em essência.
A Oca Xinguana foi construída pela família Amary, pertencente ao Alto Xingu, dos povos Yawalapiti e Kamayurá. Com a guiança do ancião, curandeiro e arquiteto tradicional Ayupu Kamayurá, o levantamento da construção buscou respeitar os espíritos do lugar e a harmonia com a natureza, ancorando assim, a proteção que a oca nos oferece. Cada integrante da comitiva deixou um toque especial nas pinturas e grafismos, simbologias sagradas e ancestrais de seu povo, passadas por gerações.
NOSSo SERVIR
A nossa transformação transforma o mundo
Com a intenção de ser um espaço regenerativo, na sua natureza, no seu espírito e nas suas relações;
Um lugar de alegria e celebração, ponte entre povos;
Um lugar de encontro: com a natureza, com o outro e consigo mesmo.
Nossa essência está no reconhecimento da interligação com o todo, no cultivo do autoconhecimento como caminho para a consciência, na prática do respeito pela natureza, tendo o Amor como guia.
Um espaço de plenitude com energia de regeneração, na abundante Mata Atlântica, convidando para estar em presença e conviver em harmonia.
Com uma visão holística, as práticas e vivências que oferecemos acolhem a integralidade do ser, cultivando o autocuidado, a expansão e o autoconhecimento como um caminho para a consciência, evolução humana e cultura de paz. Reconhecemos a complexidade da experiência humana e a interconexão profunda entre corpo, mente, emoções, espírito e o Todo .
Com a visão de ser uma ponte entre os povos, proporcionamos também a difusão de conhecimentos tradicionais através do aprendizado a partir dos saberes indígenas, onde realizamos vivências com diversos povos através de suas próprias narrativas, no despertar das memórias ancestrais de cada um.
Como um portal que se abre para adentrar um lugar sagrado e protegido, onde em cada detalhe, a experiência na Oca Yary se revela: desde uma alimentação natural e deliciosa que valoriza a culinária local e a sazonalidade, até a recepção acolhedora que cria laços para que os visitantes se sintam à vontade e construam relações saudáveis. As estruturas naturais, que remetem a saberes ancestrais, proporcionam conforto e a integração com a beleza da Mãe Natureza, completando o ciclo de conexão e cuidado.
Nesse convívio eu-natureza, muito se desperta: o aprender a escutar, a preservar e a respeitar todas as nossas relações, dos seres mais pequeninos às gerações futuras, no respeito à diversidade da vida, preservando uma convivência em harmonia.
Despertamos cada vez mais através do canto dos pássaros, do colorido do jardim, do céu que nos brinda com seu azul, do silêncio que se gera dentro de nós a partir de estar em lugares de paz tanto fora quanto dentro, da presença das árvores medicinais e ancestrais, dos animais que vêm nos visitar trazendo suas mensagens e vitalidade, das ervas e do barro abundantes e prontos para auxiliar nossas curas, e das diversas práticas que oferecemos, nutrindo todo o nosso ser, sejam elas corporais, artísticas, ou vivências com outras realidades que ampliam nosso campo e os cantos entoados nos lembrando do que é essencial.
NOSSA EQUIPE
Nesse convívio eu-natureza muito se desperta, o aprender a escutar, preservar e respeitar todas as nossas relações.
“A ecologia profunda não separa seres humanos — ou qualquer outra coisa — do meio ambiente natural. Ela vê o mundo, não como uma coleção de objetos isolados, mas como uma rede de fenômenos que estão fundamentalmente interconectados e são interdependentes. A ecologia profunda reconhece o valor intrínseco de todos os seres vivos e concebe os seres humanos apenas como um fio particular na teia da vida.”
KEN WILBER